Li Chenggang, que agora ocupa o cargo, trabalhou como ministro assistente do comércio durante o primeiro governo de Donald Trump e foi representante chinês na OMC. A trilha dos bandeiras dos EUA e da China em Pequim Tingshu Wang/Reuters China retirou o vice -ministro Wang Shouwen de sua posição como negociador comercial e o substituiu por um ex -referente chinês na Organização Mundial do Comércio (OMC) na quarta -feira (16). A decisão ocorre em meio a uma subida na guerra tarifária com os Estados Unidos. (Leia abaixo) Li Chenggang, 58, que já atuou como ministro assistente do comércio durante o primeiro governo de Donald Trump, assumiu o Wang Post de 59 anos. A informação é da Agência de Notícias da Reuters. Leia mais a China proíbe a entrega dos jatos do Boeing em reação a nós x Tarifa dos EUA na China, lance uma oferta: a escalada de tarifas que mudaram a economia global em alguns dias de guerra tarifária nos EUA x China: o tarifa tarifária A guerra tarifária entre as duas maiores economias do mundo se intensificou na semana passada após o anúncio dos tarifos presidenciais procurados pelo presidente americano, Donald. Em 2 de abril, Trump detalhou a mesa tarifária, que varia de 10% a 50% e será cobrada a partir desta quarta -feira em mais de 180 países. A China foi um dos países cobrados – e em uma das taxas mais altas de 34%. Essa taxa adicionada aos 20% que já foram cobrados por tarifas em produtos chineses anteriormente. Em resposta à “tarifa”, o governo chinês impôs, na última sexta -feira (4), tarifas extras extras em todas as importações americanas. Os EUA decidiram retaliar a resposta, e Trump deu um prazo para a China: o país asiático foi removido das tarifas até 13h GMT na terça -feira (8) ou seria tributado em outros 50 pontos percentuais, levando as tarifas totais em 104%. A China não voltou e disse que estava preparada para “retaliar até o fim” cumprindo a promessa de Trump, a Casa Branca confirmou a elevação em outros 50% das tarifas sobre produtos chineses. O presidente dos EUA disse, no entanto, que acreditava que a China chegaria a um acordo com os EUA para evitar mais tarifas. Resposta chinesa ocorreu na manhã de quarta -feira: o governo aumentou as taxas dos EUA de 34% para 84%, após a mesma alta porcentagem dos EUA. No mesmo dia, Trump anunciou que daria uma “pausa” na tarifa contra mais de 180 países que foram tributados com tarifas que variam de 10% a 50%. Essa quebra é na verdade uma redução de todas as tarifas para 10% por um período de 90 dias. Taxas específicas já em vigor, como 25% em aço e alumínio, não são afetadas pela medida – e ainda são válidas. A exceção, no entanto, foi a China. Trump anunciou mais uma vez o aumento das taxas dos produtos chineses para 125%. Na quinta -feira (10), a Casa Branca explicou que as taxas de 125% foram adicionadas a outra tarifa de 20% já aplicada anteriormente na China, resultando em uma taxa total de 145%. Em resposta, nesta sexta -feira, os chineses aumentaram as tarifas sobre os americanos para 125%. Exportações da China filmagens em março, devido à tarifa de Trump
Fonte g1
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/v/J/qTks1vRiSJPROHruP2bg/ato20250515060.jpg?w=1200&resize=1200,700&ssl=1)
Nova defesa do deputado licenciado, condenado pelo STF a 10 anos de prisão, diz que a cassação...