O Caixa A Federal Economic anunciou na quarta-feira (4) um desempenho robusto no primeiro trimestre de 2025. O banco estadual registrou um lucro líquido recorrente de R $ 4,9 bilhões, representando um crescimento de 71,5% no mesmo período de 2024. Já Lucro Líquido, que inclui efeitos extraordinários, total de US $ 5,8 bilhões-A de 133,9% na comparação anual.
Esse desempenho consolida a instituição como um dos protagonistas do setor bancário no início do ano, impulsionado especialmente para a expansão do portfólio de crédito e a melhoria na lucratividade.
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CAIXA ROE RECURRAND também avança

Outro indicador que chamou a atenção no relatório foi o retorno do patrimônio recorrente (ROE), que atingiu 11,8% no trimestre. O número representa um adiantamento de 2,8 pontos percentuais em comparação com o mesmo período do ano anterior.
Esse aumento reflete um gerenciamento mais eficiente de ativos e maior uso da margem financeira, que cresceu 4,8% no período, totalizando R $ 16 bilhões. A instituição destacou o papel das receitas da intermediação financeira como o principal motor desse crescimento.
A expansão do portfólio de crédito suporta resultados
O saldo excede R $ 1,2 trilhão
O portfólio de crédito da CAIXA totalizou R $ 1,266 trilhão em março de 2025, um crescimento de 10,7% em comparação com março do ano anterior.
Os dados reforçam a estratégia da instituição de expandir sua presença nos setores estratégicos da economia, especialmente no financiamento habitacional.
O crédito imobiliário segue como destacado
A carteira de crédito imobiliário atingiu R $ 850,4 bilhões no final de março, um aumento de 12,7% na comparação anual e 2,2% em comparação com dezembro de 2024.
A CAIXA manteve sua liderança no setor com 66,8% de participação de mercado. No primeiro trimestre, R $ 49,3 bilhões foram contratados em financiamento imobiliário, adicionando fundos da FGTS e SBPE (sistema brasileiro de poupança e empréstimo).
Contratando Show Resilience, apesar da retração anual
Apesar do retiro de 4,6% na contratação no mesmo período de 2024, o desempenho representa uma recuperação em comparação com o último trimestre do ano passado, um aumento de 4,6%.
Segundo o CAIXA, esse comportamento sinaliza uma padronização da demanda após o ciclo de alto interesse, com maior estabilidade no mercado imobiliário.
Qualidade e inadimplência do portfólio sob controle
Cartão imobiliário mostra solidez
A qualidade do portfólio imobiliário foi um dos pontos destacados pela CAIXA em seu relatório. A taxa de inadimplência do setor foi de 1,42% no final de março, com uma queda de 0,3 ponto percentual no mesmo mês de 2024.
Esses dados são considerados saudáveis para o setor e reforçam a segurança legal e contratual do financiamento habitacional gerenciado pela instituição.
Projeto geral Rise Rise Slcelly
A taxa padrão da carteira de crédito total do CAIXA foi de 2,49% no trimestre, registrando um aumento de 0,15 ponto percentual na comparação anual.
Ainda assim, o número é considerado dentro dos níveis controlados, especialmente considerando o cenário macroeconômico e os impactos da desaceleração no consumo de famílias.
A margem financeira aumenta o lucro da instituição

A receita com intermediação cresce
A margem financeira atingiu R $ 16 bilhões no trimestre, o que representa um aumento de 4,8% no mesmo período do ano anterior. O banco atribui esse desempenho à expansão das receitas de intermediação financeira – operações de crédito, valores mobiliários e investimentos do governo.
A elevação da Selic até meados de -2024 contribuiu para o ganho com os investimentos financeiros, mas os juros das taxas de juros podem exigir estratégias mais diversas nos próximos trimestres.
A eficiência operacional continua em foco
Embora o relatório não detalhe o índice de eficiência operacional do CAIXA no trimestre, o crescimento significativo do lucro indica a continuidade dos esforços para reduzir custos e digitalizar processos.
A modernização da rede de serviços, a expansão de canais digitais e parcerias com fintechs estão entre os principais vetores dessa transformação.
Análise de mercado e perspectivas
Reação positiva dos analistas
Especialistas do setor financeiro avaliam positivamente os resultados da CAIXA. O crescimento da carteira de crédito, juntamente com a manutenção das taxas de inadimplência sob controle, reforça a solidez da instituição.
Além disso, o desempenho dominante no crédito habitacional faz do banco um agente essencial da política de habitação pública, especialmente através do programa Menha Casa, Menha Vida.
Desafios à frente: interesse e inadimplência
Apesar dos bons números, o CAIXA enfrenta desafios importantes no restante de 2025. Entre eles, estão controlando a inadimplência nas carteiras não -colelidas e na adaptação ao novo ciclo monetário, que pode reduzir os ganhos com a intermediação financeira.
O banco também deve continuar a expandir sua presença digital para competir com bancos e fintechs privados, que oferecem maior agilidade e personalização nos serviços.
O crédito imobiliário segue como um motor de crescimento motor

FGTs e participação do SBPE em crédito
O desempenho da CAIXA nos segmentos FGTs e SBPE reforça sua importância estratégica no financiamento habitacional brasileiro.
Ambas as fontes representavam R $ 49,3 bilhões em contratações no trimestre, sinalizando a capacidade da instituição de manter o ritmo de concessão, mesmo no cenário de ajustes econômicos.
Perspectivas de crescimento para 2025
Com o retiro gradual da taxa de juros básica, é esperado um reaquecimento da contratação de crédito ao longo do ano, especialmente no setor imobiliário. O CAIXA está bem posicionado para atender a essa demanda, especialmente com a retomada de projetos da minha casa, minha vida.
Conclusão
O desempenho da CAIXA no primeiro trimestre de 2025 mostra uma instituição em expansão na modernização, mantendo sua relevância no crédito imobiliário e fortalecendo suas margens.
O aumento significativo do lucro, a gestão e a liderança eficazes do setor habitacional destacam a capacidade da caixa de equilibrar seu serviço público com um desempenho competitivo no mercado financeiro.
Para os próximos trimestres, o foco deve continuar na inovação tecnológica, na eficiência operacional e na preservação da qualidade do portfólio de crédito – com atenção especial ao comportamento da inadimplência e à recuperação da atividade econômica.