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PL obriga marketplaces a arcar com imposto de celulares contrabandeados; saiba como funciona


O PL 2247/2025, apresentado pelo vice -vitor federal Lippi, promete provocar um terremoto no comércio eletrônico brasileiro. A medida visa manter mercados – como mercado livre, Amazon e outras plataformas digitais – para a cobrança de impostos sobre a venda de telefones celulares contrabandeados.

A proposta tem um apoio declarado da Associação Brasileira de Indústria Eletrônica e Eletrônica (Abinee) e ilumina o debate sobre o papel e os limites das plataformas digitais no controle de bens ilegais.

O que diz o Bill 2247/2025?

PL Safe Mobile
Imagem: Jakob Berg / Shutterstock.com

Objetivo principal

O projeto afirma que os mercados são responsáveis ​​por impostos devidos em transações envolvendo eletrônicos, especialmente telefones celulares, que entram no país ilegalmente ou sem aprovação. Se aprovado, cabe às plataformas se comunicar com o Federal Detalhes das vendas feitas em seus domínios – incluindo dados fiscais dos vendedores.

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Quem se aplica?

A medida está focada diretamente em plataformas que intermediárias, as vendas, a logística operacional, os pagamentos e os anúncios – que incluem os maiores mercados do Brasil.

Por que a proposta surgiu?

Aumento da venda de dispositivos ilegais

Estima -se que sobre 25% dos telefones celulares vendidos no Brasil são irregularesDe acordo com dados de 2024. Esses dispositivos chegam ao país sem a devida cobrança de impostos, especialmente via Paraguai, e geralmente não são aprovados por Anatel.

Danos à coleta

O impacto direto é a sonegação de impostos. Com o aumento do ingresso médio de smartphone – de cerca de US $ 1.000 por US $ 2.000 e US $ 2.500 – a perda para os cofres públicos se intensifica. Além disso, marcas populares como Xiaomi Eles representam mais de 70% desses produtos comercializados ilegalmente.

Abinee leva pressão para mudanças

Durante uma conferência de imprensa em 13 de maio, Abinee adotou um tom firme ao abordar a responsabilidade das plataformas digitais no comércio de eletrônicos ilegais. A entidade apontou que os mercados operam em vários estágios da operação – de anúncios a processamento e logística de pagamentos – e, portanto, não podem ser tratados como meros intermediários. Para a associação, esses serviços obtêm lucro com as vendas e, portanto, também devem ser responsáveis ​​pelas conseqüências legais envolvidas.

O conselho de Abinee também apontou que o modelo brasileiro está desatualizado em relação às regras já adotadas por outros países, como os da União Europeia, onde as plataformas digitais já têm obrigações tributárias quando há irregularidades nas operações.

A entidade enfatizou que diferentes órgãos públicos – como IRS, Anatel, Senacon e Secretariates da Agrícola do Estado – seriam ignorados por essas empresas, o que reforça a urgência de uma regulamentação mais rígida.

Como funcionaria a responsabilidade?

Comunicação obrigatória com o IRS

Se aprovado, o PL tornaria obrigatório para plataformas informar todas as transações comerciais em tempo real, permitindo que a receita rastreie os produtos vendidos sem fatura ou origem comprovada.

Cobrança de impostos na origem

A proposta sugere que o próprio mercado é obrigado a reter e coletar impostos sobre a operação – algo sem precedentes no país.

Desafios e controvérsia da proposta

Resistência de plataformas

Historicamente, os grandes mercados se opõem a medidas envolvendo responsabilidade direta. Alguns já questionaram as ações de Anatel que impediram a venda de telefones celulares não aprovados.

Complexidade legal e técnica

A implementação de um sistema de monitoramento e retenção de impostos em tempo real exigiria mudanças robustas nas operações de mercados, especialmente na filtragem e supervisão dos vendedores.

Relacionamento com outras propostas legislativas

Endurecimento das penalidades recebendo

O Ministério da Justiça preparou um projeto, com o apoio de Abinee, que prevê o aumento da penalidade máxima para receber telefones celulares roubados – de 6 para 12 anos. Além disso, o texto propõe equiparar a adulteração de Imei para modificar chassi de veículotornando o crime mais sério.

PEC 186 e igualdade tributária

Abinee também opera em frentes como o PEC 186, buscando tratamento igualitário entre a zona livre de Manaus e outras regiões do país em relação à tributação e incentivos à indústria de TIC.

Impactos esperados

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Imagem: gaudilab / shutterstock.com

No setor de comércio eletrônico

Se a lei for aprovada, os mercados deverão se adaptar a sistemas de conformidade mais rigorosos. Isso pode aumentar o custo operacional e, consequentemente, afetar o preço final dos produtos.

Para o consumidor

Com maior controle e supervisão, a tendência é reduzir o fornecimento de produtos ilegais – mas também existe o risco de melhorar modelos populares, como os da Xiaomi.

Para a indústria nacional

As empresas que seguem os padrões, pagam impostos e devem se beneficiar da medida, pois terão uma concorrência mais justa no mercado.

Perguntas frequentes – perguntas frequentes

O que é PL 2247/2025?

É um projeto de lei que culpa as plataformas do mercado pela cobrança de impostos sobre produtos contrabandeados, como telefones celulares sem fatura ou aprovação.

Quem o PL se aplica?

Os mercados digitais que invadiram vendas de produtos eletrônicos como Amazon, mercado livre e outros.

A medida já está em vigor?

Não. O projeto ainda está sendo processado na Câmara dos Deputados.

A proposta afeta o consumidor final?

Possivelmente, sim. Pode haver um impacto nos preços e disponibilidade de modelos populares, especialmente aqueles importados irregularmente.

Considerações finais

PL 2247/2025 é mais do que uma proposta fiscal; Representa um marco no combate ao comércio irregular e na responsabilidade de grandes plataformas digitais. Se aprovado, o projeto colocará o Brasil em sintonia com práticas internacionais mais rígidas, exigindo que as empresas não apenas eficiência comercial, mas também o compromisso com a legalidade. Resta ver como será o processo no Congresso e qual será a reação final do setor.



Fonte Seu Crédito Digital

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