A economia brasileira deve enfrentar um cenário de desaceleração em 2025, mas algumas regiões do país são contra a tendência nacional. De acordo com dados recentes da revisão regional do Banco do Brasil, divulgada em 8 de maio, os estados do Centro -Oeste e do Norte devem estrelar os maiores avanços no produto interno bruto (PIB) este ano.
O principal motor desse desempenho regional está em agronegócio. Uma supersafra esperada em 2025 está por trás das projeções mais otimistas, especialmente no Centro -Oeste, onde o crescimento do setor agrícola deve atingir dois dígitos.
Panorama do crescimento regional em 2025

Centro -Oeste lidera o avanço econômico nacional
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| Estado | Crescimento do PIB (%) |
|---|---|
| Mato Grosso | 5.8 |
| Mato Grosso do Sul | 4.7 |
| Goiás | 4.2 |
| Distrito Federal | 2.5 |
| Centro -Oeste | 3.9 |
North acompanha com bom desempenho
| Estado | Crescimento do PIB (%) |
|---|---|
| Rondônia | 4,7% |
| Tocantins | 3,8% |
| Roraima | 3,7% |
| Acre | 3,4% |
| Para | 3,4% |
| Amapá | 3,1% |
| Amazonas | 1,8% |
| Norte | 3,2% |
O sul cresce desigualmente
Paraná deve registrar um crescimento robusto de 3,1%Muito à frente de Rio Grande do Sul, que ainda sente os impactos dos extremos eventos climáticos e climáticos de 2024.
| Estado | Crescimento do PIB (%) |
|---|---|
| Paraná | 3,1% |
| Santa Catarina | 2,6% |
| Rio Grande do Sul | 1,2% |
| Sul | 2,3% |
A agricultura do Paraná é amplamente responsável pelo bom desempenho, com uma previsão de descarga de 14% No PIB agrícola estadual.
Nordeste enfrenta desafios estruturais
Apesar de registrar crescimento, o Nordeste tem projeções mais modestas. Piauí é o destaque, com o avanço esperado de 3,7%enquanto Pernambuco e Sargipe devem apresentar os piores resultados regionais.
| Estado | Crescimento do PIB (%) |
|---|---|
| Piauí | 3,7% |
| Paraíba | 3,0% |
| Bahia | 2,7% |
| Alagoas | 2,5% |
| Ceará | 2,2% |
| Maranhão | 1,9% |
| Rio Grande do Norte | 1,8% |
| Sargipe | 1,7% |
| Pernambuco | 1,4% |
| Nordeste | 2,2% |
O sudeste registra o menor crescimento entre as regiões
Com forte peso da indústria e do setor de serviços, o Sudeste tem o menor crescimento projetado: 1,8%. A política monetária restritiva e as altas taxas de juros têm um impacto direto no consumo e nos investimentos.
| Estado | Crescimento do PIB (%) |
|---|---|
| Minas Gerais | 2,5% |
| Espírito Santo | 2,3% |
| São Paulo | 1,7% |
| Rio de Janeiro | 1,5% |
| Sudeste | 1,8% |
São Paulo, o maior centro industrial do paísdeve crescer apenas 1,7%Em seguida, apenas de Pernambuco e Rio Grande do Sul entre os estados com a menor projeção.
Agro em destaque: o setor de volta
O setor agrícola, que teve uma retração de 3,2% Em 2024, deve crescer 6% Em 2025. As projeções apontam para um desempenho fortemente concentrado nas regiões do Centro -Oeste e do Sul, favorecidas por boas condições climáticas e investimentos em tecnologia.
| Região | Crescimento agro (%) |
|---|---|
| Centro -Oeste | 11,7% |
| Sul | 8,0% |
| Norte | 6,5% (estimado) |
| Nordeste | 4,2% (estimado) |
| Sudeste | 3,1% (estimado) |
Indústria e serviços afetam o interesse

A indústria, especialmente a transformação, continua a enfrentar dificuldades diante do ambiente monetário adverso.
O setor de serviços, por sua vez, mostra desempenho moderado, sendo afetado pela desaceleração do consumo e cautela dos empreendedores.
Perguntas frequentes
Por que o Centro -Oeste tem a maior projeção de crescimento?
O avanço é impulsionado pelo agronegócio Supersafra, especialmente a soja, bem como a modernização tecnológica do setor.
Por que o Sudeste tem o menor crescimento regional?
A forte presença da indústria e os efeitos da política monetária restritiva, com altas taxas de juros, têm um impacto negativo na economia regional.
Qual é o papel do agronegócio nesse cenário?
O agronegócio se torna um protagonista em 2025, com uma projeção de crescimento de 6%, revertendo a queda registrada em 2024.
Qual será o crescimento da economia brasileira em 2025?
A previsão é para um avanço de 2,2% no PIB nacional, de acordo com as projeções do Banco do Brasil.
Considerações finais
A diversificação regional e setorial será decisiva para garantir a recuperação sustentada, exigindo atenção dos governos estaduais e da política econômica federal para promover o equilíbrio entre os setores e mitigar os efeitos da concentração de crescimento.
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